Pesquisa Revelada pela Revista Exame

Gente,

 

Vejam abaixo uma pesquisa feita por um órgão internacional sobre os piores países para as mulheres viver após (e também) antes da Primavera Árabe.

 

Depois de ver os tópicos, pensem bem antes de cruzar os oceanos e ir atrás do seu amor árabe!!!

 

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/egito-e-o-pior-pais-arabe-para-mulheres-veja-a-lista#7

 

Abraço

Andréia

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MAIS UMA HISTÓRINHA SEM FINAL FELIZ!!!!

Pessoal

 

Recebi um e-mail de uma leitora que contou sua recente história e pediu que eu divulgasse.

Esse é mais um exemplo de como devemos ter cuidado quando nos envolvemos com estrangeiros e ainda mais árabes. Não é preconceito, apenas uma dedução óbvia: DIFERENÇA CULTURAL!!!

Me desculpem mais uma vez as apaixonadas, mas aqui está um exemplo muito claro do que é passar por uma experiência dessas.

Se alguém tiver uma história feliz, que foi vivenciada além das redes sociais,  onde a diferença cultural não afetou a relação, além dos problemas normais de uma vida a dois que já são suficientes, por favor, me mandei uma mensagem por e-mail que eu ficarei feliz em postar!!!

Uma coisa é pensar que seu namoro virtual é perfeito, outra e viver o dia a dia da relação!

 

“Bem ano retrasado 2011, minha amiga veio com uma história de comprar umas passagens ( sou agente de viagens) para ir a Tunísia conhecer um homem que estava interessada e apaixonada, ajudei ela a obter toda documentação e passagens para a sua viagem. Após algum tempo lá ela me envia noticias que estava casada e feliz e que ele viria ao Brasil para viver com ela, ajudei novamente e consegui as passagens para ele vir, fui conhecer ele quando chegou ao Brasil e achei uma pessoa boa e que a minha amiga seria feliz.

Me distanciei um pouco deles, mas sempre tinha noticias no facebook que estavam bem e que iriam se casar aqui no Brasil também. 
Estava ocupada com minha faculdade, desiludida de alguns relacionamentos que estavam dando errado e com o trabalho que também não estava nenhuma maravilha ai um dia fui desabafar com essa minha amiga. 
Aconteceu que ela pediu ao marido dela que me apresentasse um amigo Tunisiano dele para que eu conversasse e quem sabe ter um relacionamento. Foi o que aconteceu, conheci um Tunisiano, de boa família, bonito jovem, não muito mais jovem que eu 3 anos de diferença, boa educação e logo começamos a conversar no Skype  sempre com a ajuda do tradutor. Conheci a família dele, ele conheceu a minha e logo estávamos fazendo planos de vivermos juntos, combinamos que eu iria a Tunísia logo que me formasse na faculdade, o que não deu certo pois meu padrasto faleceu e minha mãe estava frágil, não a deixaria só. Ele então ficou de vir ao Brasil assim que acabasse o Ramadã  e assim eu preparei tudo para vivermos juntos quando ele chegasse, aluguei apartamento perto do amigo dele e de minha amiga, comprei coisas para a casa e tudo mais, em setembro ele chegou no Brasil e logo fomos para nossa casa, na semana seguinte casamos na mesquita, estava tudo muito lindo mil sonhos e planos para nossa vida juntos.
Até que começaram os desentendimentos, ele tinha ciumes de tudo, de amigos de infância, de meu tio que era marido da minha tia então não era meu parente, de meu cabeleireiro por ser homem, de minhas amigas que conversava demais com elas, até da minha gatinha dizia que eu dava mais atenção a ela do que a ele.
Ficava em casa sem trabalhar e a família não havia mandado muito dinheiro e não mandaria mais, teríamos que nos virar ate ele poder arrumar um trabalho, demos entrada nos papeis para o casamento civil, e fomos nos virando, eu trabalhando e ele em casa!
A situação começou a ficar muito complicada, ele ficou muito sensível por estar longe da família e dos amigos e toda briga falava que iria embora, por que eu estava humilhando ele.
As brigas começaram a ficar violentas e ele gritava e falava muitas palavras duras para mim, por que eu não era árabe que nunca entenderia como é um casamento árabe por que meninas árabes nunca fariam o que eu fazia, e olha que eu já tinha mudado minha vida drasticamente, praticamente estava vivendo para o casamento, mas ele tinha raiva de tudo, até quando eu pedia para me ajudar com a casa, lavar uns pratos ou algo assim.
Comecei a achar que deveria voltar para a minha cidade perto da minha família, já não dava pra ficar morando de aluguel e eu tinha meu apartamento no outro bairro, um pouco distante do amigo Tunisiano dele, mas não iriamos mais pagar aluguel. Resolvi que deveríamos mudar, ele não gostou da ideia e ficou muito chateado de sair de perto do amigo dele, disse que eu estava querendo prender ele no meu mundo e tirar a vida dele, os costumes dele.
Enfim, fui morar no meu prédio onde minha família mora também, minha mãe e meu irmão, e deixava a casa bem mais cedo para trabalhar pois não fica no centro e chegava mais tarde em casa, as brigas ficaram mais e mais constantes e cada vez mais me questionava se teria feito a escolha certa.
Ligava para minha “amiga” ela dizia que eu tinha que me adaptar a este relacionamento que agora eu era a família dele, amiga, esposa e tudo mais.
Acontece que diversas vezes ele me xingava de todos nomes horríveis que possa imaginar, eu sou evangélica, nunca fui de baladas e de fazer nada que denegrisse minha imagem ou de qualquer pessoa que estivesse ao meu lado.
Começou a dizer que tinha deixado tudo na Tunísia por minha causa e que eu não respeitava ele, eu estava tratando ele como cachorro, que eu tinha enganado ele.

Chegou a me agredir, com palavras cada vez mais duras, chamar de puta, de mentirosa, mandava me fuder, coisas que nem gosto de falar…

Comecei a ficar deprimida, chorava muito e propus várias vezes separar, ele mudava dizia que eu era o amor da vida dele que deveríamos ter calma que as coisas iriam se ajeitar.

No dia do meu aniversario 07/02, meus amigos do trabalham nos convidaram a um restaurante japonês e fomos comemorar esta data, muito importante para mim estava completando 30 anos, ele foi e nos encontrou no restaurante, mas ele estava reclamando de dor de cabeça e que estava passando mal e que não queria ir embora para não estragar meu aniversario, mas o comportamento dele estava sendo notado por todos no restaurante, muito impaciente e nervoso que ele é, ficou bravo quando disse a ele baixinho para diminuir o drama, criou logo uma enorme briga, fez cena e tudo mais, acabei indo embora antes de meus amigos sequer cantarem parabéns para mim.

No ponto de táxi ele estava bonzinho, nem sequer esboçava que estava doente. 

Cheguei em casa chorei muito, muito mesmo, sofria com toda aquela situação, disse que ele tinha estragado meu aniversário e se ele estava feliz com isso, fui dormir muito triste pois trabalharia no dia seguinte. 
Fui trabalhar no dia 08/02 e quando cheguei do trabalho tamanha minha surpresa, ele tinha esvaziado todo o armário, tinha me deixado!
Isso mesmo, foi embora de casa, levou todas as suas coisas e deixou tudo que eu tinha presenteado a ele, deixou um bilhete dizendo que eu poderia ficar com a aliança que não queria me ver para pegar de volta.

Não tinha reação, não sabia o que fazer, fui me consolar com minha família que até então já estava cada vez mais presenciando cenas de brigas cada vez maiores.
Aconteceu outra vez de ele pegar as coisas e sair de casa, ainda morávamos perto dos amigos dele, eu fui atras pedi desculpas ( mesmo  não tendo feito nada de errado) e ele retornou para casa.

Desta vez não fui buscar ele, não fui atras, não liguei e não fiz nada!
Quando acabou o carnaval, resolvi ligar para saber como ficaria a situação das responsabilidades que arcamos juntos, o que faríamos  ele não me atendeu desde então e colocava minha “amiga” ( sim aquela que iniciou tudo isso) para falar comigo, ela dizia para eu não ligar para ele que eu tinha sido ruim que ele estava sofrendo e para não termos mais contato, que tinha se arrependido de ter me apresentado ao marido dela, que ele pensou que eu era uma boa pessoa, que tinha se arrependido de ter trazido o amigo dele para casar comigo que eu não merecia essa chace, que eu não sabia ter um relacionamento com um homem árabe e se ele fez alguma coisa comigo se me agrediu foi por que eu provocava ele, que eu sabia como era o temperamento dele que deveria respeitá-lo.

Perdi minha amiga, ela tinha se voltado contra mim, pensava que ela poderia me entender, mas me enganei, ela começou a defender ele como se ele fosse filho dela. 

Ele começou a me ligar de madrugada, dizer que eu roubei ele, que queria a aliança de volta que ele iria vender para ficar mais um tempo no Brasil.

Dia 19/02 devolvi a aliança a ele e pedi que conversássemos  para resolver as coisas do casamento e para irmos no cartório anular tudo.

Ele disse que não quer conversar que quando ele for embora para a Tunísia poderia até se despedir.
Que história hein Andreia, eu mesma não acredito que estou passando por isso!” 

 

Bom, a história ainda não acabou, vamos aguardar o desfecho!!!

Quanto ao marido, devo dizer que se ele não se adaptou aos nossos costumes, que volte para a Tunísia e que se case com uma mulher árabe, como ele esperava que nossa amiga fosse…

Quanto á amiga que apresentou os dois e que se voltou contra nossa protagonista, espero que ela seja muito feliz! Que a “forma” árabe de ser do seu marido não mude  a maneira dela de ser BRASILEIRA e livre para decidir sua vida!!!

 

Abraço à todos

 

AS LEIS DO AMOR PARA OS MUÇULMANOS

Não desposareis as idólatras até que elas se convertam, porque uma escrava fiel é preferível a uma idólatra, ainda que esta vos apraza. Tampouco consintais no matrimônio das vossas filhas (muçulmanas) com os idólatras, até que estes se tenham convertido, porque um escravo fiel é preferível a um livre idólatra, ainda que este vos apraza. Eles arrastam-vos para o fogo infernal; em troca, Deus, com Sua benevolência, convoca-vos ao Paraíso e ao perdão e elucida os Seus versículos aos humanos, para que Dele recordem. (221, 2ª Surata – Al Bakara)

Venho recebendo muitos e-mails de moças que estão se relacionando com muçulmanos ou por internet ou por outras vias nestes últimos dias. Estas mulheres procuram em mim por uma “luz” ou uma “verdade absoluta” que infelizmente eu não posso dar à elas.

Sou casada com um homem brasileiro. Nunca namorei homens muçulmanos. O que faço apenas é compartilhar minhas idéias e as experiências que outras mulheres dividem comigo. Portanto, não existem verdades absolutas aqui neste blog.

Como as perguntas e inseguranças são muitas, resolvi escrever mais um texto sobre relacionamentos entre muçulmanos e não-muçulmanas. Vou tentar abordar mais diretamente as leis da Shariah e do Alcorão sobre os direitos das esposas. Obviamente que minha opinião será exposta, afinal, criei o blog para isso.

Bom, vamos aos assuntos…

– Um homem muçulmano pode casar-se com uma mulher não-muçulmana?

Sim. Existem algumas condições para isto como: a mulher precisa ser fiel à sua religião, ou seja, acreditar em Deus e ter sido batizada. E a outra é não ter renegado o Islã, ou seja, ter sido batizada muçulmana e ter trocado de religião.

Porém, para ser consumado o matrimônio no sentido legal, a mulher precisa ter um REPRESENTANTE LEGAL. Isso quer dizer minhas amiguinhas que vocês não são donas do próprio nariz. Para mim isto é mais uma prova de que a mulher não é vista como igual perante o Islã. Você não tem direito de tomar suas decisões legais. Isto é uma regra da Shariah, as leis islâmicas baseadas no Alcorão e nos ensinamentos do Profeta Mohamed.

O homem apenas precisa de duas testemunhas, mas não precisa da autorização de ninguém.

O inverso, no caso uma mulher muçulmana casar-se com um não-muçulmano, não é aceito pelo Islã. A explicação dada é que um homem pode levar sua esposa a cometer Haran (pecado) ao obrigá-la a fazer coisas do tipo servir bebidas alcoólicas ou vestir-se inadequadamente. Desvirtuando-a do caminho de Allah.

– Quais as obrigações da mulher no casamento?

A mulher tem a obrigação de dar atenção ao seu esposo, cuidar do lar, educar os filhos, aconselhar seu marido, guardar seus segredos e OBEDECÊ-LO naquilo que não implique em desobediência a Allah.

Assustou? Claro que sim. A palavra “obediência” assusta a qualquer mulher (ou quase)  do século XXI. Não queremos obedecer a ninguém. Queremos discutir o assunto, tomar posicionamentos e principalmente ter o direito de discordar do marido.

Cabe ao marido tomar as decisões do lar, prover o mesmo e sustentar sua mulher, o que a meu ver, essa última parte é a única interessante do casamento muçulmano. (risos)

Claro que a questão de obediência varia de casamento para casamento. Existem homens muçulmanos que sabem que a mulher não irá se submeter a ele. Estes são raros e eu confesso que nunca conheci nenhum pessoalmente.

É nesse contexto que por vezes, ocorrem os casos de violência doméstica. A mulher nega-se a obedecer ao marido e como conseqüência acaba levando um “corretivo básico”. Um tapinha, um beliscão ou um soquinho no queixo. Mas sempre baseado nas leis de Allah, óbvio!!

Observem esta passagem:

“Os homens são protetores das mulheres, porque Deus dotou uns com mais (força) do que as outras, e pelo o seu sustento do seu pecúlio. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência (do marido), o segredo que Deus ordenou que fosse guardado. Quanto aquelas, de quem suspeitais deslealdade admoestai-as (na primeira vez), abandonai os seus leitos (na segunda vez) e castigai-as (na terceira vez); porém, se vos obedecerem, não procureis meios contra elas. Sabei que Deus é Excelso, Magnânimo. [9]”

Isso vai acontecer com você??? Não faço a mínima idéia. Mas para que correr o risco??

Agora você aí, perdidamente apaixonada por um muçulmano está tentando se convencer que seu amado não é assim. Que você conhece ele o suficiente para saber que ele te respeita que é o homem mais carinhoso do mundo e blá, blá, blá…

Acordaaaaaaaaaa Menina!!! (by Ana Maria Braga)

Não se esqueça que os conceitos que ele tem do amor são bem diferentes dos seus. Hoje ele vai fazer qualquer coisa para não te perder. Uma vez assinado o contrato eterno você deixa de ser a estrangeira perfeita para se tornar a esposa perfeita. Quer você queira ou não!

– Precisarei me converter ao Islã?

Não necessariamente. Mas que ele vai tentar ele vai. Ele e a família toda!!!! Mas lembre-se que se você estiver no país dele as leis as quais você se submete são as islâmicas. Isso quer dizer que seus direitos internacionais NÃO VALEM NADA!!!

Conheço muitas mulheres que se converteram para ter mais direitos. Uma mulher não-muçulmana não tem direito a absolutamente nada. Entra com uma mão e sai com a outra, literalmente.

– Vou ter que usar o véu muçulmano?

Depende. Você vai se converter?

Se a resposta for afirmativa então vai ter que usar sim. Sem choro nem vela. Tah bom, com raríssimas exceções…

Se a resposta for negativa… Hummmmm… Talvez.

Na maioria das vezes começa assim:

– Amor, hoje vamos na casa dos meus pais, você bem que poderia cobrir os cabelos para agradá-los né? Ah vai, só hoje!!!

Termina assim:

– Se você não colocar o véu não vai sair de casa e pronto!!!

Mas conheço casos em que o marido permite que a esposa não use o véu. Mas se você acha que isso é tudo, está enganada.

Ok, você não precisa usar o véu, mas esqueça biquíni, regatinhas, saias curtas, e qualquer roupa que seja um pouquinho indiscreta.

Esqueça também: bebidas alcoólicas, carne de porco, forró, axé, valsa, ai bota aqui ai bota ali o seu pezinho… Segura o tcham ou Tucu ti cutucu nu cutuco…

– E o divórcio existe?

Esse assunto é bem discutível, mas existe sim e na prática funciona bem claramente.

Para um homem pedir o divórcio, basta ele falar três vezes em um período estipulado de tempo (três meses) a frase: – Eu te repudio.

Pronto!!!

Já a mulher precisa ter motivos concretos para divorciar-se, como por exemplo, o não sustento do lar por parte do marido ou ainda, e em minha opinião o melhor de todos, por maus tratos. Desde que tenha se repetido por períodos curtos de tempo e que a convivência seja insuportável. (??????????)

Um tapinha só não vale!!! Tem que ser váriossssssss… Variasssssssssss vezes!!!

Se a mocinha decidiu divorciar-se, deverá ser através da lei e cheio de burocracias islâmicas.

Se você não for muçulmana, não leva nadica de nada do divórcio. Portanto, não cometa a burrice de vender tudo o que é seu para dividir a vida com seu marido no país dele. Se vocês se separarem você vai perder tudo.

– Ah, mas aí eu contrato um advogado no Brasil (ou na “Conchinchina”) e pego tudo de volta!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Não tem essa minha amiga. As chances de você sair com alguma coisa são de 1 para 999.999.999.99.9.

Se você se converter ao Islã as regras passam a ser outras. A partilha dos bens será feita de forma igualitária (ahammmm…). Mas esqueça a pensão se você não tiver filhos.

Se você ganhou dote e a iniciativa do divórcio partiu de você, terá que devolver… Ou seja, não venda ou penhore os presentes de casamento do seu noivo.

– E a custódia dos filhos?

Seus filhos por lei serão muçulmanos. Mesmo contra sua vontade. Se você não quiser isso não vá morar no país dele! Se você não se converter, não terá a custódia. Vai ter que fazer que nem no filme “Nunca sem minha filha.”

Esse é outro motivo pelo qual as mulheres geralmente se convertem. Medo de perder os filhos.

Se você se converter ao Islã, terá direito a ficar com os filhos e o seu ex vai ter que sustentá-los. (Boa)

Mas não se iluda. Se você estiver morando no país do seu ex-amado, a probabilidade de trazer seus filhos de volta com você é mínima. Geralmente as mulheres permanecem por aqui até os filhos crescerem e decidirem por si próprios.

– E se tratando de herança?

Bem, depende? Você é muçulmana? Se não…

“Um muçulmano não pode herdar de um não-muçulmano e um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano.” (Profeta Mohamed)

Entendeu?

Se você for cristã… Adeus Amor, eu vou partir…

Se você for muçulmana convertida (ou de nascença) a partilha dos bens do morto dá-se de várias formas… Nenhuma delas você fica com toda a metade!!!

Resumindo:

O esposo tem direito a METADE da herança quando este não tiver filhos do casal. Do contrário ele herda a quarta parte da herança da esposa.

A esposa tem direito a QUARTA parte da herança quando esta não tiver filhos do casal. Do contrário ela herda a oitava parte da herança do marido.

Porque da diferença???

“Os homens são os protetores das mulheres, porque Deus dotou uns com mais (força) do que as outras, e pelo seu sustento do seu pecúlio.” (Capitulo 4 Versículo 34)

Ou seja, vai arranjar outro bofe para te sustentar. Porque “vós nascestes” para ser FRACONA!!!! Hahahahaha

E os filhos, herdam alguma coisa?

Sim, mas os meninos ficam com mais do que as meninas… Sempre!

– Eles são fiéis?

A quem? A Allah sim. (ironia)

Já falei aqui sobre poligamia então não irei me repetir. Mas quanto à casinhos extraconjugais, não se iluda. Existem sim. E muitos.

Eles adoram criticar os ocidentais pela infidelidade permissiva, mas isso é uma grande hipocrisia. Tenho várias confissões de mulheres traídas e não me refiro aqueles que desposaram outra mulher não, me refiro a amantes mesmo.

A diferença é que eles não são culpados ou punidos perante a lei por isso. Já você… Apedrejamento, chibatadas, etc…

Os homens geralmente são perdoados e apenas é concedido a esposa o direito ao divórcio.

Mas a verdade é que o Islã não permite adultério. Nem para homens nem para mulheres. Mas no Brasil isso também não é permitido por lei, mesmo assim…

– Devo ser a segunda esposa?

Depende de seu amor próprio né? Se você não é ciumenta e sabe dividir…

Ele vai dizer a você que não ama ela, que só casou por obrigação e mimimi…

Vai te convencer que não pode se divorciar por causa dos filhos e porque Allah não aprovaria. Vai prometer que ela não vai atrapalhar em nada. Que você não vai conviver com ela e por aí vai.

A verdade é que ela vai estar sempre presente entre vocês nas festinhas de família, e ele vai ser obrigado à sustentá-la para o resto da vida!

Tudo o que ele der para você vai ter que dar a ela. Então não fique esperando muitos presentinhos caros. Hahahahaha

Bemmmmm legal!!!!

– Vou poder trabalhar?

Como com três filhos para criar??? Hahahaha

Mesmo que você não tenha filhos. O homem muçulmano entende que ele deve prover tudo para a família, então a possibilidade dele aceitar que você trabalhe é pouca.

– Mas mesmo assim eu quero minha independência!!

Não se iluda fofinha. Aceite as conseqüências de casar-se com um homem muçulmano. Não vai ser fácil convencê-lo. Mas tudo é possível.

Abre parênteses

As mulheres que se envolvem com muçulmanos, principalmente as brasileiras, acham que por eles se mostrarem tão amorosos e tão compreensivos não precisarão mudar sua personalidade. Isso é balela!!! Sua forma de falar, vestir, portar e até mesmo de demonstrar afeto será totalmente modificada.

A princípio ele vai dizer que te ama do jeitinho que você é, que você não preciasa mudar. Mas depois que vocês se casarem, as exigências passam a ser outras. Acredite!

Fecha parênteses

A obrigação da mulher é cuidar da família e do lar. Nenhuma mulher pode trabalhar tempo integral. O Islã considera injusto sobrecarregar a mulher com trabalho fora as suas atribuições naturais. (parir, lavar, passar, etc…)

Observando por esta ótica é até bonitinho. Porém essas leis foram escritas há 1400 anos. Hoje existem cargos que exigem apenas do intelectual e não da força. Isso simplesmente é ignorado pelo Islã.

Além disso, em nenhum momento considera-se a possibilidade do marido ser o responsável pelos filhos a não ser pela questão financeira. Em algumas passagens diz-se até mesmo que eles não foram dotados por Allah com a capacidade de criar os filhos sozinhos, ou seja, trocar fraldas, dar mamadeira e educar.

Novamente devo dizer que existem relacionamentos de sucesso. Onde o homem é mais tolerante e esclarecido com relação à cultura da sua esposa. São poucos. Afinal, amar também é abdicar.

Para mim a abdicação está além dos meus limites. Mesmo em uma relação de pessoas do mesmo país, já existem complicações além da conta, imaginem quando envolve religião e cultura.

Até mesmo os cristãos árabes são muito difíceis de lidar. A cultura enraizada é por muitas vezes mais forte do que a lógica. As dificuldades encontradas nos relacionamentos entre cristãos árabes são praticamente as mesmas do que aquelas encontradas nos relacionamentos com muçulmanos. Eles também são conservadores e tem suas próprias ideologias sobre o casamento.

Bom, minha gente! Espero ter esclarecido as dúvidas de vocês. Desculpem-me as piadinhas, mas nunca neguei que não sou grande fã dos relacionamentos entre muçulmanos e não-muçulmanas. Até mesmo de estrangeiros com egípcios. Não acho que seja impossível, apenas acho muito árduo.

Sei que homem decente não está fácil. Mas eu tenho um lema que sempre carrego comigo:

Antes só do que mal acompanhada!!!

Se tiverem mais dúvida mandem aí. Se não concordam com o texto mandem também…

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