UM SEGUNDO DE LIBERDADE

Estava eu sentada ao sol, reclamando da vida, pensando o quanto ela está monótona e sem rumo quando por um minuto, lembrei-me das mulheres no Egito e me dei por conta de como eu estava sendo fútil e mal-agradecida.

 Pensei em como elas devem estar se sentindo após a revolução ocorrida em seu país. Será realmente que para elas alguma coisa mudou? Será que agora elas serão tratadas dignamente e poderão despir-se de seus dolorosos trajes negros? Acho muito difícil.

Mesmo que o país mude, cresça, torne-se democrático, ainda sim, as mulheres serão sempre como sombras. Vivendo atrás das crenças de sua religião pregada pelos homens. Acreditando que as ordens divinas devem ser cumpridas e que o mundo é assim porque “Alah” assim o criou. Elas terão que continuar cobrindo suas faces e sua alma. Deverão seguir omitindo um sorriso, um sonho ou um orgasmo, ou ainda pior, fingindo tê-lo.

Liberdade

Talvez as mudanças no Egito tragam às mulheres ainda mais frustrações. Quando finalmente a oportunidade de liberdade acende sua tocha, vêm “Alah” e apaga cruelmente a chama feminina. Isso porque, para os muçulmanos o que importa não são as regras dos homens, mas sim àquelas descritas no Alcorão, ditadas pelo profeta. Se depender deste livro, as mulheres permaneceram do jeito que estão, em uma linha abaixo dos humanos.

Mesmo fazendo suas reivindicações na Praça Tahrir, mesmo que por um instante elas tenham sido vistas como iguais aos olhos do mundo, assistidas nas telas da CNN por milhões de tele-expectadores que durante aqueles minutos, não perceberam que na verdade, elas estavam reivindicando por muito mais do que uma mudança de governo. Elas gritavam pela sua liberdade. Mesmo aquelas que não têm consciência disso. Mesmo aquelas que não concordam com a tal liberdade. Naquele único momento elas puderam extravasar sua raiva. Mesmo que por apenas algumas poucas horas, as mulheres egípcias se sentiram iguais.

Para nós, mulheres livres e modernas, fica muito difícil entender. Mas se pararmos para pensar, ainda sim, nós também possuímos nossas algemas. Hoje nós temos a obrigação de ser multi. Trabalhar, cuidar do filho, da casa, manter-se linda e magra e tentar manter acesa a chama da paixão no casamento. E tudo isso fomos nós mulheres que buscamos ao queimarmos nossos sutiãs. Para nós, abandonar a carreira para ficar em casa hoje é uma afronta, mas mesmo assim algumas de nós o fazemos. Será que a obrigação de ser uma super mulher não pode ser comparada à escravidão da mulher muçulmana? Claro que, dada as suas devidas proporções.

O que quero dizer é que assim como nós, que deixamos chegar num ponto quase insuportável as nossas obrigações femininas, elas também deixaram a opressão masculina chegar a esse ponto. O grande problema é que falta coragem a elas. Falta voz e compreensão do que é ser realmente livre. Elas têm muito a perder ao reivindicar seu espaço. Ao se rebelar elas podem perder seus filhos, seus pais, a sua vida. O medo dessas mulheres é mais forte que o sonho de ser livre. Elas não sabem o que é ser livre, então porque arriscar?

Conheci poucas mulheres muçulmanas liberais no Egito. Algumas até deixaram de usar o véu, mas as conseqüências foram altas. A sociedade é muito cruel para elas, não aceitando suas decisões. O que mais uma vez me leva a concluir que o problema não está no véu, mas sim em ser mulher. Porque mesmo cobrindo as suas cabeças elas são humilhadas, escravizadas e torturadas, sem ele, são tratadas da mesma forma. Apenas os homens mudam as desculpas para tal crueldade.

Portando amigos, me envergonho de reclamar da minha vida. Estou aqui, tomando livremente minhas próprias decisões, tendo apenas que lidar com as minhas conseqüências, enquanto que aquelas mulheres sofrem sem ao menos decidir por nada. Apenas sofrem por serem do sexo dito como frágil. Será mesmo fragilidade agüentar tanta covardia? Será mesmo inferioridade suportar tanto em prol da família e de seus costumes? Sinceramente não sei. Quando nascemos em um berço livre, é difícil julgar os que se deixam escravizar.

Beijo à Todos!!!



35 comentários (+add yours?)

  1. prata antunes
    Dez 23, 2011 @ 14:15:52

    Se o Alá deixa escravizar as mulheres é uma é uma vergonha, eu sou católico o meu Deus quere o respeito pela mulheres, não só, abençoada Nossa Senhora de Fátima.

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  2. Anónimo
    Jul 12, 2011 @ 18:18:39

    acho que andam assistindo muita televisao ….c deixam levar pelas mentiras da midia

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  3. Juliane
    Abr 06, 2011 @ 00:41:28

    Meu amorado é egípicio e sempre faz restrições sobre meu modo de vestir.
    Só que eu como Brasileira e cristã tento me opor, pois acho um completo machismo.
    Às vezes ele pese um pouco de compreensão da minha parte e eu da parte dele.
    Acho que as coisas tem que ser assim. Se ada um fizer o que quer, mas também ceder um pouco para se adequar as situações, certamente as coisas seriam melhores tanto aqui no Brasil quanto aí no Egito.
    Adorei a matéria, parabéns e boa sorte aí.
    rs

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  4. Marlene
    Mar 23, 2011 @ 11:50:03

    Andreia,
    Aqui no Egito mesmo as cristas andam cobertinhas dos pes a cabeca.
    Ha pouco tempo que eu soube que algumas cristas eram de fato cristas!!! Porque elas usam a tal da abaya e do hijab, porem elas tem uma tatuagem de cruz na mao, so assim eu pude saber de que de fato nao eram muculmanas.
    O Egito eh um pais em que ja virou cultural as pessoas de vestirem de forma modesta, mesmo as cristas.
    Nao tem nada que ver com religiao, pelo contrario, muitas jovens hoje em dia usam o veu pq querem, sei de familias muculmanas em que a familia PROIBIU que as filhas usassem o veu pela questao de trabalho. Ironia, nao achas? Pois acontece e muito!!!
    Ja sobre as mulheres de baixa renda, muitas dessas usam a abaya por nao ter condicao financeira de comprar uma roupa modesta por um preco camarada, uma abaya em certos locais populares custa umas 20 a 30 libras enquanto que as roupas modestas e ate abayas mais elaboradas nao saem por menos de 500 libras. Voce sabe, o povo eh pobre, se vestem de acordo com o que o bolso pode pagar.
    Moro no Egito e morei em todos paises arabes (sao mais de 30 anos nessa peregrinacao) e sim, a Arabia Saudita eh o lugar que mais poda a mulher.
    Mulher nao sai de casa sem um mahram (alguem do sexo masculino que seja da familia), nao dirije, nao vota e nao pode ser dona de alguma empresa sem um tutor, seja da familia ou seja de algum orgao do goevrno. Isso vale para as estrangeiras que la vivem tb.
    No Sudao, algumas cidades tb possuem costumes mais arcaicos, como por ex. mulher nao pode usar calcas, so a abaya ou uma saia comprida.
    O Egito ainda eh moderninho em comparacao a outros paises arabes.
    Nao ha obrigacao por parte de familia e de marido pra se usar o niqab aqui, muito pelo contrario, muitas entram em conflito com a familia pq querem usar o niqab. Uma amiga muito querida se divorciou do marido pq decidiu usar-lo e ele nao aceitou. Foram anos de brigas por conta da insistencia dela com o niqab.
    Qto a poligamia, minha gente, deixemos a hipocrisia de lado, qtas mulheres sao amantes de homens casados e tem filhos bastardos dos mesmos, ja que a sociedade assim tb a condena??? A diferenca eh que pelo menos no Islam a “amante” tem seus direitos e deveres assegurados na lei, tira a mulher do lodo da vergonha e a coloca num patamar de mulher respeitavel.
    Certo ou errado?? Nao julgo e nao condeno, cada um sabe o que eh melhor pra si no momento, se assim elas sao felizes, quem somos nos para dzer o contrario?
    Andreia, sim, continue com seus posts e sua opiniao pessoal, jamais voce ira agradar a todos, esteja voce com ou sem razao.
    Um assunto polemico, nao eh? rs

    abracos carinhosos

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    • Andréia Feijó
      Mar 23, 2011 @ 19:37:14

      Nossa, polemico demais!!! nunca imaginei que daria tanto assunto… Mas acho que para isso que servem os pensamentos nao e? Para serem contestados.
      Concordo em grande parte do que voce escreveu, principalmente sobre as cristas que usam o hijab e quanto as filhas que o usam mesmo sem a aprovacao dos pais, porem um detalhe…
      Nao concordo que a poligamia seja justificada nas traicoes e nas amantes do mundo nao-islamico. Acho a poligamia tao incorreta quanto a infidelidade. Ambas para mim sao revoltantes e nao condizem nem com a religiao nem com a sociedade seja ela de que crenca for!!!
      Grande abraco

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  5. zahrah
    Mar 23, 2011 @ 03:56:32

    Se voce me permite vou colocar um post do blog, TIRANDO O VEU DO ARMARIO , ela faz uma breve explicacao sobre a shariah( leis islamicas) de uma maneira bem descontraida , mas verdadeira que e o importante.

    a polêmica Shariah

    Ela está em todos os jornais e tem uma péssima fama. Quando se fala em Shariah, se fala em mulheres inocentes apedrejadas, perseguições religiosas, fanatismo. Mas ninguém sabe o que realmente é Shariah. Quem a estuda passa anos até aprender, então a minha explicação aqui é das mais resumidas.

    Quando o Profeta Muhammad (saas) faleceu, deixou o Alcorão e o seu exemplo de vida. Os muçulmanos tiveram que se virar com isso, mas cada um tinha uma opinião. O que fazer? Anos mais tarde, um homem chamado Al-Bukhari resolver compilar os ditos do Profeta (saas). Ele viajava para os lugares mais longínquos para anotar somente um dito. Então criou uma metodologia e separou os ditos em fracos, fortes, “mais ou menos”, etc.

    Mais tarde pegaram essas ditos (os Hadith) e o Alcorão e começaram a elaborar um código de leis. Os que mais se destacaram entre os sunitas foram quatro, que deram origem a quatro escolas de jurisprudência: hanafi, maliki, shafi’i e hanbali. Não são escolas antagônicas entre si, só diferem em pequenas coisas. Mas ninguém briga por seguir escolas diferentes. Na Universidade de Al-Azhar no Cairo, por exemplo, as quatro escolas são ensinadas e não há nenhuma briga no pátio entre rapazes de escolas de jurisprudência diferentes. Essas leis deram origem à Shariah.

    A Shariah é bem complexa, mas ao contrário do que dizem, é justa. Alguns exemplos:

    Um homem rouba um pedaço de pão. Pela Shariah, deve ter a sua mão direita cortada por roubo, certo? Errado… isso dependerá das circunstâncias. Se ele roubou porque tinha fome e não consegue trabalhar, o problema é do Estado. Este deve tentar solucionar o problema da desigualdade social e tentar ajudar esse homem. Mas se alguém rouba de sacanagem (tipo político brasileiro) sem precisar realmente, aí sim deve ter a mão cortada. Assim ele aprenderá que roubar é uma coisa horrorosa.

    Uma mulher comete adultério. Pela Shariah, deve ser apedrejada, certo? Errado… O adultério deve ser comprovado sabe como? Quatro testemunhas precisam estar presentes no “ato”. Isso é bem difícil, a não ser que seja um casal de amantes bem exibido. Isso é para evitar a acusação de mulheres inocentes. E acusar uma mulher inocente também é crime.

    Um muçulmano deixa o Islam. Pela Shariah, deve ser morto por apostasia, certo? Errado… O Alcorão disse mais de uma vez que “não há compulsão na religião”. Ess caso refere-se a algo que acontecia com frequência entre os primeiros muçulmanos: uma pessoa se tornava muçulmana apenas para fazer intrigas e passar informações para os inimigos. Ela fingia ser muçulmana. Então quando conseguia o que queria, deixava de ser muçulmana. Isso resultava em guerras sangrentas e prejudicava um bocado os muçulmanos que até então eram poucos. Esse apóstata é que deve ser morto: a intenção dele ao tornar-se muçulmano é prejudicar os muçulmanos em tempos de guerra. Mas um muçulmano que deixa de ser muçulmano por outras razões não pode ser morto.

    Mas não é isso o que acontece por aí, certo? Certo. O que causa isso, então? Alguns países adotam partes da Shariah e ignoram outras. E fazem o que querem com ela. Nós sabemos muito bem aqui no Brasil o que é um governo corrupto, e nos países de maioria muçulmana não é diferente. Mas esses países não são islâmicos, pois não adotam a Shariah corretamente. Eles a transformam em algo tenebroso, que não dá garantias a ninguém. E isso é tão feio…

    Por isso queria deixar claro que Shariah não é o que está sendo implementado por aí. Devemos lutar contra essas injustiças também. Mas devemos acusar as pessoas certas. O Islam é contra isso, os verdadeiros muçulmanos também. O Alcorão não manda matar todo mundo. Infelizmente essa é a imagem que a mídia passa, e aquela que o Ocidente absorve. E acusa o Islam, em vez de ir atrás dos verdadeiros responsáveis por essa salada de leis que chamam incorretamente de Shariah.

    http://muculmana.blog.com/tag/o-islam-no-blog/

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    • Andréia Feijó
      Mar 23, 2011 @ 19:25:33

      Realmente uma pena que as leis sejam ignoradas e que mulheres e homens continuem a sofrer, como eu mesma pude presenciar no Egito…
      Muito obrigado pela informacao!

      Responder

  6. line
    Mar 22, 2011 @ 18:08:37

    voltei aqui só pra dizer que apesar do post polemico, Andreia, vc esta de parabéns por sua atitude pacífica.
    Mesmo vc recebendo comentários que são o oposto do seu ponto vista, acolheu todos🙂

    Fica com deus

    Responder

  7. Gi
    Mar 22, 2011 @ 15:40:41

    zahrah,

    Em absoluto disse ou demonstrei ODIO por muçulmanos.
    Mesmo porque não é verdade. E Sequer discuti religião.

    Vc está atacando algo que não está escrito,não existe. Portanto, difícel saber até mesmo o que responder a vc. Em geral a maioria das pessoas leem um texto e comentam o que está ESCRITO dentro desse texto. Vc aparentemente faz o contrário: lê, não entende, tira conclusões/deduções descabidas.
    Assim não, né querida?

    Responder

    • zahrah
      Mar 24, 2011 @ 07:03:35

      Gi, realmente voce tem razao, em dizer que devemos comentar sobre o post, mas seu comentario, mostrou sim muito preconceito sobre muculmanas ,se isso nao e verdade ,lhe pecos desculpas, mas so tentei excplicar sobre o islam, voce entende? Porque como ja disse, muitas pessoas confundem a religiao, com a cultura, muitas coisas na cultura arabe nao tem haver com o Islam, danca do ventre, narquiles, homens bombas, mulheres que se cobrem porque sao obrigadas. etc… Quando vi seu comentario, me senti profundamente ofendida, ainda mais sendo muculmana revertida, que nao sou melhor nem pior que uma que nasceu na religiao, ate muitas vezes sou melhor.. mas isso nao vem ao caso,rs

      Mas e isso, tambem a Andreia esta de parabens, por aceitar os comentarios , eu penso diferente.. respeito a forma de pensar entende, mas quando vejo coisas que sao inverdades para mim, tento explicar e dizer que nao e o certo..

      E isso.. Fim

      Responder

  8. zahrah
    Mar 22, 2011 @ 14:04:44

    Andreia queria fazer uma correcao sobre o seu comentario.
    voce disse:

    Apenas para constar, na Arábia Saudita as mulheres são obrigadas a usar a Burca e o Nikab, o véu que só deixa aparecer os olhos. Se as mulheres forem encontradas vestindo-se de maneira diferente, são presas e a pena são 30 chibatadas, por aí.

    Isso nao e verdade, veja bem eu moro aqui na arabia saudita, e ninguem e obrigada a usar niqab, ok.
    Aqui a maioria usa niqab porque quer, e a cultura delas, e nao tem nada haver com religiao diferente do Egito que se usa por religiosidade . No brasil e normal e comun as pessoas usarem pouca roupa, aqui elas usam muita roupa e a cultura..

    Mas no brasil ninguem e obrigada a usar mini saia, e aqui tambem nao e obrigatorio usar niqab,

    Sobre nao usar, nao existe isso de xibatadas, ok.. O que pode acontecer , e que alguns lugares muito religiosos, ex Makka se voce nao usar o hijab ( dentro da mesquita em makka, e na pereguinacao e proibido usar niqab) um mutawa pode pedir para que voce use hijab, se caso nao usar pode ser presa sei la,pagar multa.. e isso..

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 22, 2011 @ 14:28:41

      Obrigado Zahrah pela informação. Na verdade foram amigas minhas que moraram lá que me passaram isso. Talvez as coisas estejam mudando um pouco.
      Gostaria que você me esclarecesse um pouco sobre isso porque tenho acompanhado notícias de mulheres presas na Arábia Saudita por não seguir as regras islâmicas, como vestes e modos sociais. Também tenho conhecimento que as mulheres não votam e não dirigem, isso é verdade? Sei que no Sudão existe a pena das chibatadas, como acompanhamos recentemente na tv. Seja por infidelidade ou até por usar calças…
      Você citou que elas usam muita roupa por questões culturais? Não seriam estas questões ligadas à religião? Fiquei realmente curiosa. Adoraria se você explicasse um pouquinho para nós!!!
      Abração

      Responder

      • zahrah
        Mar 23, 2011 @ 03:54:16

        ola andreia, entao como ja disse em todos meus comentarios isso nao tem haver com religiao, isso nao existe no Islam.

        Realmente as mulheres aqui na arabia saudita nao votam e nao dirigem, mas achas que isso esta dentro do islam, Nao! Isso e coisa do Rei ,que apesar de ser muculmano, nao segue o certo. Voce acha que o Rei e o unico a ser assim, Nao! Existem pessoas que se dizem muculmanas e nao agem de acordo com os ensinamentos do Alcorao. Como ja disse em outras vezes as vestimentas aqui nao e algo obrigatorio, elas usam por que estao acostumadas a usar, suas maes usam, suas avos usam, suas bisavos usaram…na capital da arabia saudita ,Riyadh, as coisas por la sao mais dificils, la e obrigatorio que se use hijab.. existem os mutawas que se vem voce sem , mandam voce colocar,mas nao vao prender voce, ou ser chicotada por isso , mas se voce se recusar pode ser presa essas sao as normas do pais e devem ser respeitadas mesmo que eu e voce nao concordamos.

        Meu marido mesmo disse que aqui o pais esta longe de ser o verdadeiro islam, apesar de ser pais do Profeta Mohamad (que a paz e as bencoes estejam sobre ele).
        E isso aqui como no Egito, Brasil exitem muitas coisas erradas, o problema que no Brasil ninguem usa religiao para julgar, se alguem matou alguem, se o fulano bateu na esposa, ninguem diz o catolico, o evangelico fez isso.

        O povo ta acostumado a julgar o Islam, achando que terrorismo e algo do Islam, e que e muculmano de verdade , sabe que nao. No Islam a mulher tem direito de votar, porque aqui elas nao votam? Nao concordo com isso, mas tenho consciencia que isso nao Islam e sim pessoas inperfeitas que impoem isso as mulheres.

        Mas se um dia voce vim aqui, vai ver muitas mulheres de niqab, mas vai se surprender com a modernidade deleas, mesmo usando niqab e abaya.. elas usam roupas super modernas , e so colocam a abaya por cima. Usa jeans, calcados e bolsas de marca.Nas vitrines do shopping roupas igual as do Brasil, aqui como qualquer pais tem de tudo.

        Responder

  9. zahrah
    Mar 22, 2011 @ 13:46:16

    andreia Feijo disse:

    Amigas… Todos os pontos de vista e sentimentos devem ser colocados, porém peço que não se apeguem demasiadamente à julgamentos…

    Concordo com voce. So vim aqui defender minha religiao, porque as vezes misturam religiao com cultura e isso e nao algo inteligente. Eu nao julguei ninguem ,mas fui julgada por ser muculmana.. enfim cansei desse assunto.

    Fica na Paz.

    Responder

  10. zahrah
    Mar 21, 2011 @ 15:16:59

    affff para voce Gi…
    Quem e a ignorante aqui??? porque voce esta dizendo que as muculmanas sao isso e aquilo sem a menos conhecer e ser uma.. entao e facil eu ver uma pessoa e achar que ela nao e feliz e tal, e reprimida e submissa.
    E facil para voce neh, julgar sem ao menos entender , estudar.. Voce tem odeio mortal pelas muculmanas e como voce ja citou varias vezes voce ainda as tacha de muculmanas convertidas.. Querida quem tem preconceito e ignorancia aqui? eu????????????? notttttt
    Sou muculmana ( arabe ou nao , isso nao interessa para voce e nem para mim e muito menos para Deus) e sou muito feliz com minha religiao, obrigada! E nao vivo nada do que voce disse. So estou indo contra a o que voce disse. E outra voce acha que toda brasileira e mulher facil? o povo la de fora acha isso, mas eu nao acho, porque sou brasileira e sou uma mulher digna.
    E e o que voce falou sobre muculmanas, julgando ,sem conhecer a realidade delas.. isso nao e certo.
    Com certeza a dona do blog faz dele o que quer, escreve o que quer, mas nem todos vao concordar afinal o blog e algo publico. Nao sou obrigada a ler e concordar, ate o post nao foi ofensivo mas voce usou em seus comentarios palavras bem ofensiva..

    Eu nao interpretei nada em seu comentario, nao preciso interpretar nada voce disso tudo que pensa sobre muculmanas (principalmente as revertidas como voce gosta de referir), sobre o Islam..

    Fique na paz..Se quer falar o que quer, vai ouvir o que nao quer.. como diz o ditado.

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 22, 2011 @ 12:15:25

      Amigas… Todos os pontos de vista e sentimentos devem ser colocados, porém peço que não se apeguem demasiadamente à julgamentos… Não temos o direito de julgar ninguém, apenas interpretamos a sociedade da forma que melhor nos convém. Para os religiosos deve-se seguir as palavras de Deus e para os não-religiosos seguimos as leis e os sentimentos criados pela sociedade.
      Espero um dia encontrar o caminho certo, mas por enquanto vamos conviver e aceitar uns aos outros beleza? De nada vai adiantar discutir, estamos todos vivendo no mesmo universo e as respostas certamente ainda são incertas…
      Abração

      Responder

  11. Gi
    Mar 21, 2011 @ 12:58:33

    Nossa… nem vou tentar argumentar com essas senhoras! !

    Pois entedem tudo errado! hehehehe…

    Mas ADOREI o “vc sabe por um acaso onde está seu marido neste momento ?” KKKKKKKK…. acho que algumas pensam que a maioria das mulheres iria AMAR saber que ele está tranquilamente fazendo AMOR com sua primeira esposa. Hhehehe… que paz deve dar na gente!

    Mas na realidade tenho muita preguiça de debater esse tipo de assunto com ( principalmente) as revertidas ao inslã. Vc fala algo, elas de imediato interpretam ao seu modo e quase sempre são incapazes de compreender o sentido da coisa.Passo seguinte é lhe chamar de ignorante e abrir a torneirinha pra dizer a palavrinha que é mágica pra maioria: PRECONCEITO (um dos refúgios das pessoas que não tem argumento).

    Mas é isso aí, Adréia, não deixe de contar suas estórias por medo de patrulhamento de gente fanática . Não vi uma linha de desrespeito religioso no seu relato de uma cultura que tem vivenciado no dia a dia. Apenas a observação, a persepção de como as pessoas tocam a vida, o dia a dia e o que elas te passam.
    Abraços.

    Responder

    • Menina
      Mar 21, 2011 @ 23:27:08

      Argumentos bem fundamentados contra a poligamia:

      Livro dos Espíritos (Da Lei de Reprodução):

      700. A igualdade numérica, que mais ou menos existe entre os sexos, constitui indício da proporção em que devam unir-se?
      “Sim, porquanto tudo, em a Natureza, tem um fim.”

      701. Qual das duas, a poligamia ou a monogamia, é mais
      conforme à lei da Natureza?
      “A poligamia é lei humana cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há afeição real: há apenas sensualidade.”
      Se a poligamia fosse conforme à lei da Natureza, devera ter possibilidade de tornar-se universal, o que seria materialmente impossível, dada a igualdade numérica dos sexos.
      Deve ser considerada como um uso ou legislação especial apropriada a certos costumes e que o aperfeiçoamento social fez que desaparecesse pouco a pouco.

      Responder

      • Andréia Feijó
        Mar 22, 2011 @ 12:11:11

        Menina. Obrigado pela definição, o entanto entenda que é baseada em um livro apenas. Existem outras definições para a Poligamia ok?
        Abração

        Responder

  12. sheila
    Mar 20, 2011 @ 17:23:23

    E simplesmente uma vergonha o jeito como voces se referem ao sagrado alcorao, e o Allah que voces se referem e o mesmo Deus que voces seguem ou ouvem falar.
    Sou muculmana e sou liberal, vivo feliz, uso o veu. E ao contrario do que pensam a mulher nao e obrigada a tapar o rosto, nao e obrigada a ficar em casa e ser escrava como voces dizem.
    Sou segunda esposa e prefiro assim, do que ser chifruda, abandonada como muitas sao feitas, ao menos sei onde meu marido anda e com quem.
    Voce sabe por acaso onde esta seu marido neste momento? Ta virando moda os brasileiros largarem das suas mulheres, gravidas como que no islam e proibido um homem nao abandona a mulher gravida.
    Voce talvez nao coloque meu post pois estou entrando em contradicao com voce. mas e triste ver que ainda existem pessoas ignorantes.

    Responder

  13. zahrah
    Mar 20, 2011 @ 16:33:17

    Poxa estou muito triste, gostava muito de vim aqui visitar seu blog, pois eu mesma vivo entre egito e arabia saudita e voce esta falando mal do Islam sem ao menos estudar e conhecer.. isso e muito triste..

    Primeiro porque sou muculmana e nao tenho menos liberdade do que nenhuma outra mulher, posso trabalhar e estudar se eu quiser.. Como a kiara falou a mulher muculmana tem muito mais direito do que as ocidentais, porque voces acham que direito e pode colar uma minisaia e um top e sair desfilando por ai, os homens olhando e as desejando e voces se achando um maximo. Mulher que tem que trabalhar, estudar, cuidar do marido, do filho , ter que andar impecavel porque senao outra toma o lugar do marido ou namorado, Isso e o que voces chamam de liberdade. Desculpa mas acho que cada um procura aquilo que quer para si nao e mesmo,, quem quer se cobrir se cobri , quem quer andar pelado , ande pelado,, direitos de cada um( no ocidente)..

    Voces podem condenar a poligamia, mas acho que nem religiao tem ne, porque se fossem judia ou crista teriam lido a biblia e lido que muitos profetas eram adeptos porque Deus permitia na epoca, hoje tem um numero definido,,e quem pode ter mais de uma esposa sao homens que podem dar muito amor, atencao e qualidade de vida igual para todas, senao Deus condena que pratica a poligamia.

    Gi: escreveu .

    .Mas não tenho dúvidas que um dia, mulheres inslâmicas terão direito de ser o que elas escolherem! médicas, advogadas, arquitetatas, donas de casa, vestidas de mine-saias ou até mesmo optanto por burcas.

    Gi voce nao conhece 10% sobre o Islam ou sobre mulheres muculmanas, se soubesse tenho certeza que saberia que muitas muculmanas tem profissao , estudam..rsrs elas tem totao liberdade para isso, mas voce sabe que ate mesmo no Brasil tem esposos que nao querem que suas mulheres trabalham ou voltem a estudar, e isso acontece no mundo arabe tambem, mas posso afirmar que isso nao tem nada haver com o Islam.
    Minha medica e muculmana, eu sou dona de casa(muculmana) Minhas cunhadas ( tem faculdade ,incluse uma delas acabou de terminar o doutorado )..

    So corrigindo um grande erro, nome de Deus em arabe e Allah, e nao Alah, pior que falam de Deus como se tivesse falando de outro Deus,, ai que voce se enganam porque se nao cristas, um cristao egipcio ou arabe, com certeza se ofenderia com isso, pois Allah e Deus em arabe, na biblia dos critaos arabes o nome de Deus traduz para Allah..

    Gi :escreveu:

    Respéito a religião, mas tenho horror aos costumes que a mesma prega. Impõem coisas terríveis principalmente para as coitadas.

    Como assim voce respeita a religiao? nao vejo um pingo de respeito vindo de voce , Nao seguimos costumes, seguimos as ordens de Deus.. So fazemos aquilo que Deus nos ordena fazer.. porque somos tementes a ele..ahamdullilah….

    Parece que o post e o tal comentario cheio de respeito tem pena das pobres e submissas mulheres muculmanas, Na verdade as mulheres muculmanas que tem penas de voces.. porque somos felizes assim mesmo, nos cobrindo em temor a Deus, e nao porque um homen vai achar bonito ou nao..

    Mais uma vez que pena, ter lido esse seu post, pois ” achava ” que voce era uma mulher inteligente , tinha muito humor em seus posts.. mas voce tem todo direito de expor o que acha, ate porque e seu blog nao e mesmo, mas aqui tem um botazinho que pode comentar, e esse e meu direito e to aqui defendendo minha religiao.. porque muitas falam o que nao conhecem..

    Salam…

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 20, 2011 @ 22:53:26

      Seja sempre bem-vinda. Infelizmente jamais poderei agradar a todos os leitores. Seus comentarios e opiniões sempre serão aprovados com muito carinho.

      Responder

    • Kiara
      Abr 05, 2011 @ 02:44:16

      zahrah

      porque voces acham que direito e pode colar uma minisaia e um top e sair desfilando por ai, os homens olhando e as desejando e voces se achando um maximo. Mulher que tem que trabalhar, estudar, cuidar do marido, do filho, ter que andar impecavel porque senao outra toma o lugar do marido ou namorado, Isso e o que voces chamam de liberdade?

      Da mesma forma que você é (ou pode) feliz usando véu e cobrindo o corpo, ela (é ou) pode ser feliz mostrando as curvas generosas… Nem sempre ela vai se vestir para outros homens, pode ser para ela mesma, porque quer se sentir bem e bonita.
      Se o homem vai cobiçá-la, não é culpa dela. Ela não pode controlar o sentimento/desejo do homem! E uma mulher vestida de forma coberta pode atrair a cobiça, sim! Porque muitos querem saber o que tem por debaixo do véu e da abaya. Tratando-se de Brasil, mulheres mais à vontade, já são normais, muitos homens nem ligam e alguns não julgam como pedaço de carne!
      Da mesma forma que eu acho UÓ criticar aquela q opta por se cobrir, é aquela que se cobre dizer que a outra anda feito pedaço de carne! É se igualar no preconceito e discriminação…
      Mudei minha opinião em relação ao Islã e me arrisco a defendê-lo, porque já tenho um certo conhecimento.
      Quanto a trabalhar, estudar, cuidar do filho e do marido, não vejo mal, mas uma mulher batalhadora, que não depende de homem algum, que se desdobra pra cuidar do filho, quando mãe solteira! Mas tem mulher que apesar das atitudes modernas, são submissas ao homem! Vejo mulheres muçulmanas que param de trabalhar, ficam em casa cuidando dos filhos e do marido e não vejo necessariamente uma mulher oprimida, tem mulher que escolhe essa vida e é feliz… É relativo!
      Quanto a “outra tomar o lugar”, é porque o lugar nunca foi dela. Quando algo tem de ser nosso, ninguém tira, a não ser Deus! Dói, mas a vida segue, outra pessoa melhor aparece!

      Responder

  14. line
    Mar 19, 2011 @ 16:19:35

    Andreia, sempre gosto de ler seu blog, acho que vc fez certas citações muito bem colocadas, muito do que vc disse é verdade, mas discordo em algumas partes. Não vejo o Islam como um “opressor de mulheres”, mas creio que muito o que as mulheres árabes passam sejam por conta da sua sociedade, nem tanto pela religião,e quanto ao “cobrir o rosto” isso é totalmente facultativo segundo a religião,e além disso creio q nem em Arabia Saudita vc seja obrigada a cobrir o rosto,veja bem, COBRIR O ROSTO, pq certamente o resto, vc é obrigada a cobrir seja árabe ou estrangeira, mas não é o que acontece por exemplo em partes do Afeganistão, onde a burqa é traje obrigatório e no Egito onde vc pode ver tranquilamente mulheres sem véu, apesar de que mulheres sem véu, são mal vistas.
    Eu acho dificil apontar uma sociedade perfeita e além disso somos “suspeitas” de falar que aqui a mulher vive mais feliz, afinal, somos ocidentais não é?
    Eu não concordo é que existem muitas meninas apaixonadas por muçulmanos que omitem o lado B do Islamismo. O Islam para mim tem muita coisas boas e coisa ruins também(poligamia e afins), assim como no Catolicismo não existe lider religiosa e não vejo mulher nenhuma queimando sutiã por isso, sexo com camisinha é pecado, padre faz voto de castidade, esse é o lado B do Catolicismo,por exemplo. E as Religiões abraamicas tem fundamentos machistas (judaismo, cristianismo e Islamismo). Só pra encerrar, na China, mulher bonita, é mulher de pé pequeno, algumas mulheres usavam sapato menor que o normal só diminuirem seus pés,o q obviamente deformavam os pés das mesmas. Portanto, eu particularmente acho que as mulheres são desfavorecidas no mundo de uma forma ou outra. O ideal seria se nós podessemos fazer oq nos convem, sem que para isso fossemos julgadas, estamos sempre à mercer da vontade masculina, principalmente no quesito vestimenta, uma vez que se lá mulher ruim é mulher sem véu, aqui mulher ruim é mulher que não se veste de maneira sexy, e convenhamos mulher não se emboneca pra si mesma, é sempre pro Homem.

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 20, 2011 @ 22:42:22

      Concordo plenamente com você Suely. Como tentei expressar no texto, somos todas escravas seja da religião ou de nossa própria cultura. O Islã realmente tem suas faces bonitas, assim como as demais religiões, embora eu não seja adepta a nenhuma delas, respeito aqueles que tem fé!
      Realmente não existe sociedade perfeita nem religião. Nossos padrões de beleza são absurdos e escravizadores, infelizmente somos vítimas ou até mesmo somos autoras deles.
      Apenas para constar, na Arábia Saudita as mulheres são obrigadas a usar a Burca e o Nikab, o véu que só deixa aparecer os olhos. Se as mulheres forem encontradas vestindo-se de maneira diferente, são presas e a pena são 30 chibatadas, por aí. No Egito não existe uma obrigação, as mulheres são mais livres e usam inclusive mini-saia… claro que as conseqüências são drásticas no sentido moral…

      Responder

  15. Menina
    Mar 18, 2011 @ 06:46:24

    Não sou muçulmana e não tenho a mínima vontade de ser. No entanto, sei que muitas se cobrem por opção, por submissão a Deus, conforme está escrito no livro sagrado que seguem e não por machismo.
    Se analisarmos a situação de muitas mulheres cristãs sob a ótica da mulher muçulmana, aquelas me parecem bem mais sacrificadas ao ter a obrigação de estarem sempre em forma, bonitas, além de trabalharem fora de casa, cuidarem dos filhos etc., ou seja, a velha jornada décupla que bem conhecemos. Devem pensar que somos umas vítimas do machismo também, que precisamos expor nossos corpos para sermos admiradas pelos nossos companheiros e aceitas pela sociedade, que é muito voltada para o materialismo e consumismo.
    Sinto pena das mulheres que, tanto de uma religião (ou cultura) quanto de outra, não conseguem se valer pelo que são e pelo que fazem, mas pelo que aparentam.

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 20, 2011 @ 22:34:16

      Você tem toda a razão!!! Muitas se cobrem por opção mesmo, outras por obrigação e também por não querer destoar da sociedade… assim como nós que ao contrário de nos cobrirmos acabamos nuas em revistas para sermos valorizadas…

      Responder

  16. Kiara
    Mar 17, 2011 @ 12:46:30

    Oi… realmente, esse é o lado B do Islamismo. Mas acho que nem é tanto culpa dele.

    Lendo alguns estudos sobre o Alcorão, o Islamismo concedeu às mulheres, direitos que só mais recentemente, as mulheres ocidentais possuem: herança, divórcio, voto, estudo, emancipação…

    Só que, é um livro antigo, não tanto quanto a Bíblia ou a Torá, mas é… Muita coisa pode ter se perdido em traduções do passado… e justamente pelo Alcorão conceder tantos direitos às mulheres, os homens daquela época não acharam tão interessante, por isso o motivo à repressão! Mas infelizmente, o Alcorão e o Islamismo levam a má fama, por causa de certos cristãos, judeus e etc.

    E acho que depende do país também: Bahrein, Emirados Árabes, Marrocos, a coisa é mais diferente!

    Responder

    • Andréia Feijó
      Mar 17, 2011 @ 21:40:51

      Devo dizer que sobre os direitos você até pode ter razão, mas nunca se esqueça da parte em que o alcorão também fala sobre a permissão em bater nas mulheres, na poligamia e na obrigação de ter filhos… Realmente um livro contraditório não é mesmo?
      Abraço e obrigado por participar!!! Volte sempre!!!!

      Responder

      • Kiara
        Mar 19, 2011 @ 18:09:15

        É verdade! Mas olha, na Torá e na Bíblia, a gente lê cada coisa sobre as mulheres, de deixar de cabelo em pé!

        Lembrando que o Alcorão, a Bíblia e a Torá, foram escritos há milhares de anos, era uma outra perspectiva!

        Então é difícil mudar, embora algumas coisas já não sejam aplicadas como antes, por serem inviáveis, nos tempos de hoje!

        Por mais que sejam a palavra de Deus em diferentes línguas, foram escritas por homens… e o ser humano, por natureza, é bem contraditório rs

        Eu não sou muçulmana, nem judia, nem evangélica e nem católica (“simpatizante do espiritismo”), mas gosto de estudar sobre as religiões pra entendê-las e diminuir preconceitos e intolerância!

        Quando uma mulher é cristã e se converte ao Islamismo, ela pode sofrer conseqüências tão sérias quanto, dependendo do lugar!

        Extremismo há em todos os cantos, infelizmente, estão espalhados, apesar de serem minoria!

        Responder

  17. Gi
    Mar 17, 2011 @ 12:15:56

    Perfeito seu comentário ! Claro que muitas discordam, principalmente as revertidas ao islamismo, pois TODAS tem uns “papos” que as “escravizadas”, as sem liberdades são as ocidentais.(uma grande falácia, e evidente)E aqui no Brasil tem uma turminha que SONHA com uma árabia Saudita, um talibã, que vc deve saber. Na verdade, se possível, pregam as vestimentas terríveis de algumas regiões muculmanas, com ainda maior rigidez que as próprias muçulmanas originais de um pais isnlâmico. Com a liberdade delas, pregam a volta ao obscurantismo, ao medieval, a submissão que para elas é natural oferecermos aos homens.Esse profeta judiou das cabecinhas. Basta dar uma passadinha pela net, e vemos um monte pregando burca e etc, sem pensar nas consequencias na vida de outras mulheres que NÃO PODEM ESCOLHER A FORMA DE SE VESTIREM, pois a comunidade tribal em que estão inseridas diz que isso CONTRARIA ALAH, que o profeta disse isso e aquilo.
    Respeito, óbvio, mas não entendo gente assim. Como podem supor que DEUS gosta de algo disso ? é tão estranho. Murlheres que nem ao menios possam ser identificadas, individualizadas ? que existem APENAS PARA A FAMÍLIA ? gente, que vida!! E o pior é que essas pessoas que já foram cristas, e mais algumas outros seguimentos religiosos, parecem ignorar que a GRANDE MAIORIA eu diria que quase todos os muçulmanos, NÃO PODEM TER O DIREITO DE ESCOLHER OUTRA RELIGIÃO!! tornam-se párias na sociedade.
    Respéito a religião, mas tenho horror aos costumes que a mesma prega. Impõem coisas terríveis principalmente para as coitadas. Eu acho que deve ser muito mais fácil ser muçulmana num pais como Brasil, Inglaterra, Estados Unidos do que sê-lo num pais islâmico. Pelo menos é isso que observo nas inúmeras viagens que faço por aí.

    E vc também foi muito feliz quando discorreu sobre a situação da mulher ocidental. É quemamos o sutiã, mas obviamente nada é sem consequencia! Mas bilhões de vezes nossos problemas do que esses do inslã. Muita luta, muito choro, muito direitos humanos pela frente.
    Mas não tenho dúvidas que um dia, mulheres inslâmicas terão direito de ser o que elas escolherem! médicas, advogadas, arquitetatas, donas de casa, vestidas de mine-saias ou até mesmo optanto por burcas. A individualidade de cada qual é valor preciosíssimo. Mesmo que outras tanto não concordem!

    Responder

  18. Andréa
    Mar 16, 2011 @ 20:43:05

    Muito bom seu post!
    bj

    Responder

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