CONHEÇA O CAIRO

 mapa cairoUm passeio à Grande Pirâmide de Gizé – a única sobrevivente das sete maravilhas do mundo descritas pelos gregos – é como mergulhar na história de uma civilização imortal. Habituados a vê-la ao longe, nos filmes e documentários ou em fotografias de livros de história e revistas de viagens, estacar no sopé dos blocos milenares que a compõem e olhar para o topo, transmite-nos uma sensação de grandiosidade incomparável à de qualquer outra estrutura erguida pelo homem. Construída para preservar o túmulo de Chéops, faraó da IV dinastia (2575 anos antes de Cristo), a Grande Pirâmide tem uma altura de 146 metros e é constituída por 2,5 milhões de blocos de pedra, alguns dos quais pesando 15 toneladas!

A pirâmide de Chephren, construída a Sudoeste da do seu pai, é ligeiramente mais baixa (136 metros), com uma base de 215,5 metros quadrados, enquanto a pirâmide de Mycerinus, no mesmo alinhamento tem, apenas, 62 metros de altura. Junto à Grande Pirâmide, no flanco Este, jazem ainda três pequenas pirâmides dedicadas às suas mulheres ou parentes chegados. Os antigos egípcios erigiam as pirâmides como túmulos dotados de todas as condições para a vida no além, porque acreditavam na ressurreição e na imortalidade. Os corpos dos faraós eram transportados pelo Nilo em grandes barcos de madeira. Um deles, com 43,5 metros de comprimento foi recuperado e encontra-se exposto num museu próprio, junto à Grande Pirâmide.

Outros dos mais famosos monumentos do mundo é a Esfinge, uma estátua legendária de um corpo de leão com uma cabeça de homem, cujo rosto se assemelha vagamente ao do próprio Chéops. Tem 73 metros de comprimento, 20 metros de altura e ganha contornos fantasmagóricos, à noite, durante os festivais de som e luz para os turistas que ali se realizam diariamente.

Se tiver tempo, prossiga a viagem 24 quilómetros a Oeste do Cairo, até às ruínas de Memphis – erigida pelo Rei Menes, 3100 anos antes de Cristo, é a mais antiga capital do Egipto -, onde poderá ver a colossal estátua de Ramses II e até Saqqara – o mais velho cemitério do país -, com a pirâmide em escada construída em 2650 antes de Cristo pelo célebre arquitecto Imhotep, para o Rei Djoser e composta por seis  “mastabas” sobrepostas no topo umas das outras. É o mais antigo monumento do mundo.cairo

Não deixe a cidade sem, antes, visitar o Museu do Cairo, que abriga os mais fabulosos tesouros do Antigo Egipto (mais de 100 mil peças), nomeadamente, todo o recheio do túmulo de Tutankhamon, com a sua fabulosa máscara mortuária em ouro pesando mais de 10 quilos e os seus diversos sarcófagos. Apenas a múmia do faraó permanece no seu túmulo, no Vale dos Reis. Nas restantes salas do museu poderá admirar muitas outras múmias e sarcófagos de homens e animais (especialmente, gatos); colecções completas de artefactos que nos permitem imaginar com um realismo impressionante como era a vida no Egipto no tempo dos faraós; restos de sementes, outros alimentos e oferendas que acompanhavam os defuntos para o além – para espanto de muitos arqueólogos, foram descobertos potes com mel com mais de quatro mil anos em perfeito estado de conservação; e uma vasta galeria de estatuária greco-romana e egípcia de deuses, reis, príncipes e princesas de todas as dinastias.

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INTRODUÇÃO AO EGITO

Oficialmente República Árabe do Egito (R.A.E.), Estado da África,nilo
1.000.000 de km2;
População: 58.300.000 hab.
Cap.: Cairo
Língua: árabe.
Religião: 80% islâmica (principalmente sunita)
Moeda: Libra egípcia

 

A República Árabe do Egito é um país quase quadrado, no canto nordeste do Continente Africano. O Egito faz fronteira com o Sudão ao sul, com a Líbia ao oeste, com o Mar Mediterrâneo ao norte e pelo Mar Vermelho e Israel ao leste. Egito e Israel lutaram 4 guerras em menos de 50 anos, mas depois o Egito liderou o mundo árabe no processo de paz com o seu vizinho. Em troca, o Egito recebeu de volta o domínio da Península do Sinai, onde estão localizadas as mais altas montanhas e um dos muitos desertos do país.

Pouca chuva cai sobre o Egito, então quase todos moram ao longo da única fonte de água,o Rio Nilo. Este rio toca em apenas 4% das terras do Egito, fazendo do Egito um dos lugares mais abarrotadas do mundo. Cairo, a capital da nação, é a maior cidade árabe e a maior cidade da África. É tão apinhada que as pessoas moram em prédios cuja construção nem está terminada ainda. Apesar de tudo, os egípcios são conhecidos por seu ótimo senso de humor e hospitalidade.

A maioria dos egípcios descende dos antigos egípcios e dos invasores árabes do século VII, que se espalharam numa área que hoje é conhecida por Arábia Saudita. Além de ter a maior população árabe do mundo, o Egito também é a liderança política e o Cairo um centro de cultura muçulmana e aprendizado. A maioria dos egípcios é muçulmano.

A quase totalidade da população concentra-se no vale do Nilo, que representa um trigésimo da superfície do país, cujo restante é formado de desertos com alguns oásis. A enchente do Nilo (agosto-setembro) há muito condicionara a vida do país. Hoje, a construção de barragens permite a irrigação permanente, que propicia o desenvolvimento de culturas comerciais (cana-de-açúcar e, sobretudo, algodão de excelente qualidade), além de tradicionais culturas de cereais (trigo, milho, arroz). A “alta barragem” de Assuã (Sadd al-Ali) possibilitou a cultura em novas terras e, principalmente, forneceu energia de origem hidráulica, o que favoreceu, com o petróleo do nordeste, o desenvolvimento de uma indústria até então praticamente limitada ao tratamento do algodão. O canal de Suez forneceu importantes recursos, mas o conflito de 1967 interrompeu o tráfego (hoje restabelecido). O nível de vida da população é ainda pouco elevado (particularmente o dos camponeses ou felás). Alexandria é o principal porto do Egito, cuja capital Cairo é  a maior cidade da África. A quase totalidade da população concentra-se no vale do Nilo, que representa um trigésimo da superfície do país, cujo restante é formado de desertos com alguns oásis. A enchente do Nilo (agosto-setembro) há muito condicionara a vida do país. Hoje, a construção de barragens permite a irrigação permanente, que propicia o desenvolvimento de culturas comerciais (cana-de-açúcar e, sobretudo, algodão de excelente qualidade), além de tradicionais culturas de cereais (trigo, milho, arroz). A “alta barragem” de Assuã (Sadd al-Ali) possibilitou a cultura em novas terras e, principalmente, forneceu energia de origem hidráulica, o que favoreceu, com o petróleo do nordeste, o desenvolvimento de uma indústria até então praticamente limitada ao tratamento do algodão. O canal de Suez forneceu importantes recursos, mas o conflito de 1967 interrompeu o tráfego (hoje restabelecido). O nível de vida da população é ainda pouco elevado (particularmente o dos camponeses ou felás). Alexandria é o principal porto do Egito cuja capital Cairo  é a maior cidade da África.

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    noreply@blogger.com (Fernanda Copatti)

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